Só falta um avião. Às vezes falta levantar vôo também.
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
sábado, 9 de janeiro de 2010
"MARAVILHA" DE BRAGANÇA
E me veio a idéia de falar de Bragança, das coisas novas que eu aprendi e que vi, a dialética do caranguejo escondida por trás dos outdoors da Nazeazeno Ferreira. Não me apedrejem, não quero uma carga negativa em cima dos pobres caraguejos, eles são apenas uma metáfora prática. Vamos ao que interessa: as sete maravilhas de Bragança. Começemos pelo caçula: “Mirante de São Benedito”, ou o que alguns chamam de “Almirante de São Benedito” ou até mesmo de “poeirante de São Benedito”. O ousado projeto é, de fato, o novo cartão postal da cidade, e traz o imponente santo sobre as águas do rio Caeté. Nada mais justo do que homenagear o santo que abençoa a pérola e que ainda é o dono do festejo mais emocionante que já vi, a marujada. O caso não acaba por aí, aliás, só começa agora. Como sabemos, o Cristo Redentor, no Rio, é a inspiração para a estátua do Bené, ou seja, em cima de um morro, dimensões gigantescas, local para bater foto, lanchar, ver o rio (no caso fluminense, a Bahia da Guanabara), etc, sem esquecer do calçadão de Copacabana na orla do Caeté. A idéia foi mal copiada. Já ouvi de muitas bocas, inclusive da minha, que não se visita o mirante, faz-se um rallye para o mirante. Chegar lá é um tormento, nem tanto pela distância, que a Amazônia fez o seu serviço de paisagem, mas por causa da estrada. A pior de todas é a que tem pedaço de asfalto, na outra a poeira come solta e os sabe e desce arrepiam, maneiro! A obra do mirante não é só o mirante em si, mas todo o em torno que deve sofrer sofisticações, estar preparado para receber os turistas, porque a gente daqui vai mesmo sem reclamar. E chegando, toma subida....tudo bem, tem que subir mesmo. E lá em cima: bela visão da cidade e do rio. Acaba por aí. Não sou artista plástico, mas posso dizer uma coisa: a estátua do santo ta muito mal feita. Coitado, as mãos não condizem com o braço, que não condiz com o corpo....e aquele pão na mão...coitado do menino Jesus. Faltou proporção, o santo merecia mais. Começo a acreditar no que dizem: “da orla o mirante é lindo”. A faixa foi cortada, o mirante ta lá, esperando que os fios de iluminação, as portas, a estrada sejam feitos, e nós continuamos visitando. Até quando....quando chegarem as chuvas.
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
CAROÇO DE PUPUNHA
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Nada mais abstrato do que pensar. O pensamento racional nos diferencia, em parte, dos outros habitantes do planetinha. O humano existe, e o que não é humano não existe? Se pensamos em algo que sentimos, tocamos ou vemos, isso passa a existir. Então vamos deixar Réné fora disso e concordar com o nosso parceiro Nietzche: "Existo, logo penso". Essa sentença parece-me bem melhor. A humanidade explica suas própria afirmações. Talvez pudéssemos ser mais radicais e ir além do pensar no vaso sanitário e decretar: existo!. Pronto, parada resolvida. Eu, por meu turno, "penso, logo insisto", a lá Camus "Revolto-me, logo existo". Vou exercitar o pensar, comer cabeça de palito de fósforo e jogar o coquinho da pupunha fora...preparar a cachola, que pra ser modelo eu já passei do ponto. Pensai, aguardem. Orai e vigiai, lá em Vigia.
daqui mesmo
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
PARA QUEM NÃO INTERESSAR POSSA...
terça-feira, 1 de setembro de 2009
NOTÌCIAS
O árduo trabalho tem sido algoz da minha preguiça poética e criativa. Não prometo poesias e nem pinturas abstratas, mas posso ativar a frequencia neste pequeno cyberspace que é o blog Literante. A revista tá lá na Faculdade, quem quiser comprar é só chegar. Por outro lado não existe um interesse, pelo menos vaidoso, de manter esse suplemento literário com assuntos tão fundamentados e discussões tão sérias. Não vou jogar a toalha...só se for na cara de alguém. É melhor aguardar a volta da veia ácida e cômica do blog literante. Bragança que aguarde as próximas postagens. Um chute no escroto de todos aqueles que acham que a palavra está morta. Está aqui, mais mutante que o influenza A.
daqui mesmo
daqui mesmo
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